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Expertise do Paraná ajuda Alagoas no combate a doenças transmitidas por roedores

Técnicos da secretaria estadual da Saúde foram chamados para integrar a equipe nacional de pesquisa e capacitação sobre hantavírus e peste realizada no município alagoano
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Expertise do Paraná ajuda Alagoas no combate a doenças transmitidas por roedores

Técnicos da secretaria estadual da Saúde foram chamados para integrar a equipe nacional de pesquisa e capacitação sobre hantavírus e peste realizada no município alagoano de Santana do Ipanema. Desde 2002, o Paraná mantém vigilância ativa para essas doenças, com uma das equipes mais estruturadas e experientes do país.
Expertise do Paraná ajuda Alagoas no combate a doenças transmitidas por roedores

O pioneirismo do Paraná na vigilância de doenças transmitidas por roedores ganhou destaque nacional. Técnicos da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa/PR) foram convidados pelo Ministério da Saúde para integrar a equipe nacional de pesquisa de campo ecoepidemiológica e capacitação de profissionais sobre hantavirose e peste, realizada entre os dias 18 e 26 de agosto, no município de Santana do Ipanema, em Alagoas.

Desde 2002, o Paraná mantém vigilância ativa para essas doenças, com uma das equipes mais estruturadas e experientes do país. Esse histórico levou o Ministério da Saúde a buscar no Estado a referência técnica para treinar profissionais de outros locais.

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“O Paraná é pioneiro na vigilância ativa de doenças como a hantavirose. Temos uma equipe bastante estruturada e experiente.É gratificante ter esse pioneirismo reconhecido e poder compartilhar o conhecimento dos nossos agentes com outros estados”, afirmou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Na missão, os técnicos da Sesa Silmara Carvalho e Luiz Antonio Kissner atuaram junto à equipe nacional em atividades de campo, que incluíram a captura de roedores silvestres e a coleta de amostras biológicas para pesquisa de hantavírus. Também realizaram a coleta de sangue em cães para validação de um teste rápido para peste, que permitirá diagnósticos mais ágeis nos municípios.

CAPACITAÇÃO – Alagoas foi escolhido como estado pioneiro para testar uma nova metodologia diagnóstica para a peste no Brasil. Foram promovidas atividades teóricas e práticas em campo, com foco no trabalho integrado e na troca de experiências entre as equipes. A equipe paranaense foi responsável por capacitar técnicos municipais de Alagoas, transmitindo práticas consolidadas de prevenção e vigilância de reservatórios.

“É uma honra participar dessas ações, pela importância de fazer a vigilância ativa dos reservatórios para que a população não fique exposta ao risco. E também por poder compartilhar com outros estados que estão iniciando esse trabalho”, destacou Silmara Carvalho, enfermeira e responsável técnica da Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações da Sesa.

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