
A nova pesquisa Alfa Inteligência mostra Sergio Moro (PL) com 37% das intenções de voto para o Governo do Paraná, seguido por Sandro Alex (PSD), com 28%. Requião Filho (PDT) aparece em terceiro, com 24%.
O levantamento foi contratado pela TMC São Paulo e divulgado nesta quinta-feira (1º). A diferença entre Moro e Sandro Alex é de nove pontos percentuais.
Na pesquisa divulgada pela Alfa em 24 de agosto, Moro tinha 38% e Sandro Alex, 26%, diferença de 12 pontos. No levantamento mais recente, Moro recuou um ponto, enquanto Sandro Alex avançou dois.
Tayná Miessa (UP) aparece com 2% das intenções de voto, enquanto Adriano Funileiro (PCO) tem 1%. Outros 4% afirmaram que votariam em branco ou nulo e 4% não souberam ou não responderam.
A pesquisa também testou possíveis confrontos no segundo turno. Entre Moro e Sandro Alex, o candidato do PL aparece com 46%, enquanto Sandro Alex tem 43%. Outros 7% disseram que votariam em branco ou nulo e 4% não souberam ou não responderam.
No cenário entre Sandro Alex e Requião Filho, o levantamento registra 45% para Sandro e 34% para o candidato do PDT.
Já no confronto entre Moro e Requião Filho, Moro aparece com 50%, contra 37% de Requião Filho.
O levantamento também perguntou aos eleitores sobre a administração do governador Ratinho Junior (PSD). Segundo a pesquisa, 76% aprovam a forma como o governador administra o Paraná, enquanto 18% desaprovam. Outros 6% não souberam ou não responderam.
Quando questionados sobre o futuro do Estado, 77% disseram preferir a continuidade do atual modelo de gestão de Ratinho Junior. Outros 19% afirmaram preferir uma mudança completa e 4% não souberam ou não responderam.
A pesquisa mais recente ouviu 1.200 eleitores entre 25 e 30 de setembro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pela TMC São Paulo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PR-05408/2026.
A série da Alfa também inclui pesquisas realizadas em agosto e setembro. O levantamento divulgado em 15 de setembro teve sua divulgação posteriormente suspensa pela Justiça Eleitoral.