
O deputado estadual e candidato a deputado federal Marcio Pacheco afirmou que a Justiça Eleitoral arquivou uma denúncia que questionava sua participação em uma celebração do Dia Estadual do Terço dos Homens, em Cascavel.
Segundo Pacheco, a denúncia tentava relacionar sua presença na celebração religiosa a uma possível irregularidade eleitoral. O caso foi analisado pela Justiça Eleitoral e arquivado.
De acordo com a decisão mencionada pelo parlamentar, a simples presença de um candidato em uma celebração religiosa não caracteriza propaganda eleitoral.
A decisão também apontou, segundo Pacheco, que não foram identificados pedido de votos, uso de número de urna, material de campanha ou outras provas que configurassem ato eleitoral irregular.
Católico e participante da Igreja desde a adolescência, Pacheco afirmou que não pretende esconder sua fé durante o período eleitoral.
“Não sou um político que vai à igreja só em período de eleição. Sou um católico dentro da política”, declarou.
O parlamentar também afirmou que a tentativa de relacionar sua participação em um momento de oração a uma irregularidade eleitoral representa uma forma de constrangimento contra pessoas que professam publicamente sua religião.
“Até onde vai a intolerância contra quem vive a própria fé publicamente?”, questionou.
A celebração citada no caso está relacionada ao Dia Estadual do Terço dos Homens, data criada no Paraná por meio de lei estadual.
Pacheco participou da mobilização religiosa em Cascavel e afirma que sua presença ocorreu no contexto de sua atuação e participação na Igreja Católica.
O candidato divulgou um vídeo nas redes sociais comentando o arquivamento do caso e defendendo o direito de manifestar publicamente sua fé durante a campanha eleitoral.