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“Não posso deixar a Celepar virar os novos Correios”, afirma Ratinho Junior

Com base na Lei 22.188/2024, governo estadual avança no projeto de desestatização da companhia de tecnologia; governador destaca que maioria dos países utiliza soluções privadas no setor.

27/02/2026 às 12h45
Por: Jadir Zimmermann
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Ratinho Junior defende modernização tecnológica do Estado e cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados.
Ratinho Junior defende modernização tecnológica do Estado e cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior defendeu nesta sexta-feira (27) a desestatização da Celepar. O objetivo da medida, segundo o Executivo, é modernizar a companhia e evitar prejuízos aos cofres públicos, citando como exemplo o cenário financeiro atual dos Correios. “Eu não posso deixar a Celepar virar os novos Correios, que lamentavelmente está quebrado”, declarou o governador, mencionando que a estatal federal tomou empréstimos que somam R$ 20 bilhões para reestruturação com garantia da União.

De acordo com Ratinho Junior, a desestatização busca evitar que a empresa se torne um problema para o contribuinte paranaense. O governador argumentou que empresas estatais de tecnologia enfrentam dificuldades para competir com o setor privado, que domina o mercado global. “Precisamos ter empresas que possam prestar um bom serviço ao Estado, sendo pública ou privada”, salientou.

Processo Legal e Inovação

A desestatização é guiada pela Lei 22.188/2024, aprovada pela Assembleia Legislativa do Paraná. O governo afirma que o processo cumpre todas as obrigações legais e acompanha uma tendência global de busca por velocidade e inovação tecnológica. Com a mudança na gestão, a expectativa é que a Celepar atue sem as amarras burocráticas que limitam sua competitividade, permitindo que o Estado contrate soluções mais ágeis para o cidadão.

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Segurança de Dados

Sobre a privacidade das informações, Ratinho Junior afirmou que o acesso aos dados dos cidadãos não será afetado, permanecendo protegidos pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O governador destacou que o compromisso com a manutenção das informações é amparado pela legislação federal e lembrou que órgãos como a Suprema Corte e tribunais de Justiça já utilizam serviços de grandes empresas de tecnologia, como Google e Amazon, para a administração de dados.

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