
Atenção, cascavelenses, anotem na agenda, porque sábado é dia de tomar vacina. A Secretaria de Saúde iniciará a campanha anual de vacinação contra gripe neste sábado (28), das 8h às 17h, já com o "Dia D" de Imunização, em todas as unidades de saúde do Município - com exceção do Lago Azul que está em obras.
Então, chame o vovô, a mamãe e os pequenos, porque vacina salva vidas. A vacinação contra a influenza neste primeiro momento será destinada aos grupos prioritários, que, somente em Cascavel, ultrapassa 140 mil pessoas, sendo os principais.
Crianças entre 6 meses e menores de 6 anos: 26.474 pessoas
Idosos: 54.763 pessoas
Gestantes: 3.397 pessoas
A meta é imunizar 90% do público-alvo para ter uma ampla cobertura vacinal. A dose protege contra o agravamento da influenza.
O grupo prioritário completo é formado por:
- Crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias);
- Idosos acima de 60 anos
- Trabalhadores da saúde;
- Gestantes e puérperas;
- Professores, povos indígenas, pessoas em situação de rua;
- Profissionais das forças de segurança e salvamento e forças armadas;
- Pessoas com doenças crônicas e/ou com deficiência permanente;
- Caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, trabalhadores portuários;
- População privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade;
- Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas;
- Trabalhadores dos Correios.
Após o “Dia D”, a imunização segue de segunda a sexta-feira em todas as unidades de saúde, sempre das 8h até 15 minutos antes do fechamento de cada unidade, inclusive com atendimento no horário de almoço, até o dia 30 de maio, para os grupos prioritários. A orientação é levar a carteirinha de vacinação para manter o documento atualizado. Vale destacar que a vacina já foi incorporada ao calendário nacional para as crianças, idosos e gestantes e ficará disponível nas salas de vacinação de forma permanente.
A Secretaria de Saúde lembra que ano passado os números da campanha ficaram muito aquém da meta de cobertura e reforça a necessidade da imunização, especialmente os mais vulneráveis. Os idosos, por exemplo, só chegaram a 60% da cobertura. As crianças, bastante suscetíveis à influeza, a 56%. Por fim, as gestantes, não atingiram 44% de cobertura. Agora, é a hora de Cascavel mudar essa história.
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