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Deputada Ana Júlia (PT) destaca os 79 anos da APP-Sindicato e reforça defesa da educação pública

A líder da bancada PT-PDT na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputada Ana Júlia (PT), destacou neste domingo (26) a importância dos 79 ano...

27/04/2026 às 12h15
Por: Redação Fonte: Assembleia Legislativa do Paraná
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Em sua manifestação, a parlamentar reforçou a defesa da valorização dos profissionais da educação e chamou atenção para as condições de trabalho enfrentadas pela categoria. - Créditos: Divulgação/Assessoria Parlamentar
Em sua manifestação, a parlamentar reforçou a defesa da valorização dos profissionais da educação e chamou atenção para as condições de trabalho enfrentadas pela categoria. - Créditos: Divulgação/Assessoria Parlamentar

A líder da bancada PT-PDT na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputada Ana Júlia (PT), destacou neste domingo (26) a importância dos 79 anos da APP-Sindicato, uma das principais entidades de representação dos trabalhadores da educação no estado.

Em sua manifestação, a parlamentar reforçou a defesa da valorização dos profissionais da educação e chamou atenção para as condições de trabalho enfrentadas pela categoria. “Sabemos que não existe educação sem professor valorizado e sem funcionário respeitado. Ver a nossa categoria adoecendo nesse caos de metas irreais e excesso de plataformas mostra que a luta é mais urgente do que nunca”, afirmou.

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Ao longo dos últimos anos, a APP-Sindicato tem atuado no enfrentamento às políticas educacionais do governo estadual. Entre as principais pautas está a oposição ao programa “Parceiro da Escola”, que propõe a transferência da gestão de colégios estaduais para a iniciativa privada. O movimento “Não Venda a Minha Escola” tornou-se símbolo dessa mobilização.

A entidade também tem denunciado o avanço da terceirização e da militarização nas escolas, além do que classifica como “caos pedagógico” provocado pela intensificação do uso de plataformas digitais, metas e aplicativos. Segundo o sindicato, esse cenário tem contribuído para o aumento do adoecimento mental entre educadores.

Na campanha salarial deste ano, a categoria conquistou o pagamento da data-base, mas mantém a reivindicação por justiça salarial. Entre os pontos defendidos estão o pagamento de valores retroativos, a equiparação salarial do magistério e dos agentes educacionais II, além de demandas de aposentados.

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“Educação não é mercadoria e professor não é algoritmo. A mobilização continua firme pela justiça salarial, pela equiparação e pelo respeito com quem dedicou a vida inteira às nossas escolas. Vida longa à APP. Seguimos em frente, ocupando espaços e defendendo o que é do povo”, completou a deputada.

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