
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu, na manhã desta segunda-feira (25), um mandado de prisão preventiva contra um homem de 35 anos apontado como suspeito de envolvimento direto no assassinato de Andre Jolvani Gigerce, em Foz do Iguaçu. A operação policial foi deflagrada por equipes especializadas da Delegacia de Homicídios da 6ª Subdivisão Policial. Os agentes atuaram no cumprimento das ordens de detenção e de busca e apreensão expedidas pelo juízo da 3ª Vara Criminal da comarca local.
O atentado contra a vida que vitimou Andre ocorreu no dia 23 de janeiro de 2026, no interior da residência onde ele habitava acompanhado de sua companheira. O relatório técnico das investigações aponta que o homem foi surpreendido pelo agressor no momento em que estava dormindo, sendo atingido por aproximadamente nove disparos de arma de fogo de calibre 9 milímetros nas costas, o que resultou em óbito confirmado ainda no local. Conforme os levantamentos prévios da linha de investigação, a motivação do crime estaria associada a desentendimentos e atritos anteriores mantidos entre a vítima e o suposto autor do homicídio.
O investigado foi detido pelas equipes policiais em via pública no bairro Três Lagoas. Durante os procedimentos de abordagem, a polícia apreendeu dois aparelhos celulares de posse do suspeito. Um mandado de busca domiciliar também foi executado em um imóvel residencial referenciado na mesma região geográfica. A localização e identificação do homem decorreram de atividades de inteligência e monitoramento de campo coordenadas pelo setor de crimes contra a pessoa da unidade policial do município.
Após a formalização da detenção em flagrante decorrente de ordem judicial, o investigado foi conduzido até a sede da unidade policial para os devidos ritos de polícia judiciária. Durante a etapa de interrogatório formal conduzida pelo delegado responsável, o homem utilizou o direito constitucional de permanecer em silêncio perante a autoridade. Posteriormente, o preso passou por exames de praxe e foi transferido para as dependências da Cadeia Pública Laudemir Neves, permanecendo recolhido e à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que os atos investigatórios prosseguem ativos para a conclusão definitiva do inquérito policial.
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