
Preto no Branco antecipa que a assembleia geral da segunda-feira (15) manterá o indicativo de greve e não aprovará deflagração imediata do movimento. A presidente do Sindicato dos Professores, Gilsiane Peiter, entende que parar seria prejudicial à categoria. Existe possibilidade de a Justiça decretar ilegalidade, estabelecendo multas diárias entre R$ 50 e R$ 100 mil, admite.
A greve só beneficiaria o governo municipal, argumentam dirigentes sindicais. Eles estão dispostos a propor mobilizações nas comunidades escolares e obter adesões. A categoria reclama não receber nada dos 22% de defasagem do piso. A secretária de Educação, Gislaine Buraki, confirma ontem empenho do prefeito Renato Silva.
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