
Sem demérito à atuação dos parlamentares da Comissão de Inquérito quem apostou que tudo daria em nada se deu bem. O Ministério Público não viu crime na atuação (ou falta dela) dos servidores envolvidos no episódio da agressão sexual contra criança em CMEI da prefeitura. A violência data de 2019, o agressor está condenado pela Justiça e recorre em liberdade.
A CPI concluiu que a truncada apuração administrativa na Corregedoria teve falhas, sugerindo a responsabilização dos ex-secretários Cletirio Feistler (Controladoria) e Marcia Baldini (Educação), entre outros funcionários. O MP não concordou e arquivou. É cogitado que o prefeito Renato Silva também determine o arquivamento e passe pá de cal no caso ocorrido na gestão do antecessor Leonaldo Paranhos. A decisão desagradou os vereadores Everton Guimarães (presidente), Hudson Moreschi (relator), Contador Mazutti, Dr. Lauri e Valdecir Alcantara.
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