
Mal iniciou, o trabalho dos cinco vereadores da Comissão de Ética e Decoro já suscita polêmica. Nos bastidores políticos da Câmara há quem especule que o vereador Dr. Lauri não será cassado. Ele é acusado de praticar improbidade e corrupção através do uso indevido do seu ex-chefe de gabinete.
O acusador é Fão do Bolsonaro, candidato a deputado estadual, pedindo exclusão sumária do acusado. Segundo olheiros de plantão nos corredores do Legislativo, as provas indicam responsabilização, mas não sustentariam a aplicação direta da punição extrema. O adequado seria suspensão das atividades legislativas pelo prazo de meio ano, cogitam. Fazem parte da CED os parlamentares Edson Souza (presidente), Cidão da Telepar (relator), Carlinhos Oliveira, Everton Guimarães e Antonio Marcos. A primeira sessão pública de análise do processo acontecerá dia.
