
A Câmara de Cascavel está na etapa final de ajustes dos projetos de adequação e acessibilidade elaborados pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). As propostas serão encaminhadas para avaliação do presidente Tiago Almeida (Republicanos) e da Mesa Diretora.
As alterações foram apresentadas pelo engenheiro Paulo Gris, diretor do Departamento de Planejamento Físico da Pró-Reitoria de Planejamento da Unioeste, durante a última reunião entre gestores e técnicos envolvidos no projeto.
Após o encaminhamento para a presidência e a aprovação das propostas, poderão ser iniciadas as minutas de edital e as demais etapas necessárias para a licitação das empresas responsáveis pela execução das obras.
A previsão é de que os serviços tenham prazo médio de cinco meses para serem concluídos.
Entre as principais intervenções previstas está a reforma dos banheiros utilizados pelo público e pelos servidores.
O projeto também contempla adequações de acessibilidade nas áreas comuns de circulação e no plenário. Entre as medidas estão intervenções em escadas, instalação de piso tátil e redução da inclinação da rampa.
Segundo o presidente Tiago Almeida, as obras têm como objetivo melhorar as condições de acesso e utilização do prédio por quem frequenta o Legislativo.
“O objetivo das intervenções é assegurar mais conforto, segurança e acessibilidade a todos os cidadãos que frequentam a sede do Legislativo, bem como aos servidores e parlamentares que utilizam o espaço diariamente”, afirmou.
A adequação da estrutura é uma reivindicação antiga de grupos e entidades que representam pessoas com deficiência em Cascavel. A necessidade das intervenções também foi apontada pelo Ministério Público durante a gestão anterior.
Além dos projetos de acessibilidade, a presidência da Câmara informa que estão em andamento outras licitações para a contratação de empresa responsável por serviços de manutenção civil.
Os trabalhos previstos incluem a remoção das pastilhas da fachada do prédio, além da regularização, impermeabilização e pintura dos espaços.
A intervenção busca solucionar um problema existente na estrutura da fachada, com a previsão de manutenção básica posteriormente. Segundo a presidência, a proposta também considera a aplicação dos recursos do Legislativo.