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Itaipu impulsiona queda nas contas de luz dos brasileiros com tarifa competitiva

Usina mantém uma das tarifas mais baixas do país e ajuda a conter o custo da energia

28/10/2025 às 16h55
Por: Redação
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Usina de Itaipu. Foto: William Brisida/Itaipu Binacional
Usina de Itaipu. Foto: William Brisida/Itaipu Binacional

Com uma tarifa ainda mais competitiva em 2025, a Itaipu Binacional reforça sua contribuição direta para a redução das contas de luz dos brasileiros. Desde a quitação integral da dívida de construção, em 2023, a hidrelétrica vive uma nova fase, marcada por eficiência operacional e estabilidade. Hoje, Itaipu se consolida como a segunda produtora de energia mais barata do país, reafirmando seu papel estratégico no fornecimento de energia limpa e acessível para milhões de consumidores.

A competitividade é expressiva. Em outubro, o custo médio da energia de Itaipu para a distribuidora CPFL Piratininga (SP), que passou por processo de reajuste tarifário realizado pela ANEEL, foi de R$ 221,30/MWh, valor menor que o das usinas cotistas da Lei 12.783, de 2023, valorado em R$ 222,59/MWh, e bem abaixo da média de aquisição de energia pelas distribuidoras, o chamado ACR médio 2025, que foi de R$ 307,29/MWh. Para 2026, a ANEEL projetou um valor médio de R$ 342,71/MWh, o que ampliará ainda mais a vantagem competitiva da Itaipu.

“Essas reduções sucessivas consolidaram Itaipu como uma das fontes de energia mais competitivas do mercado regulado brasileiro, contribuindo para a modicidade tarifária — ou seja, tarifas mais acessíveis — e para a previsibilidade dos custos das distribuidoras de energia”, destacou o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Enio Verri.

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Quando comparada aos contratos de leilões de energia realizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) nos últimos dez anos, Itaipu mantém posição de destaque, apresentando a segunda tarifa mais competitiva entre todas as usinas. Seu custo só é superior ao registrado nos Leilões de Energia Existente (LEE), cuja média foi de R$ 217,60/MWh.

Neste ano, o custo da energia de Itaipu ficou 33,5% abaixo da média dos leilões feitos pela CCEE, estimada em R$ 362,20/MWh, consolidando a usina como um dos ativos mais eficientes e vantajosos do setor elétrico brasileiro.

“Em 2025, a tarifa praticada por Itaipu ficou abaixo até mesmo da das usinas cotistas da Lei nº 12.783, de 2013. Essa economia reforça a importância de Itaipu não apenas como fonte de energia, mas também como instrumento de modicidade tarifária, beneficiando milhões de brasileiros”, afirma o diretor financeiro da usina, André Pepitone.

Diferentemente da maioria das hidrelétricas participantes do Mecanismo de Realocação de Energia (MRE), Itaipu opera com superávit de geração, ou seja, produz a maioria do tempo acima da sua garantia física. Com isso, atua como doadora no sistema, ajudando a reduzir o custo do bloco hidráulico e reforçando a estabilidade financeira e operacional do Setor Elétrico.

Mais de quatro décadas após o início de sua operação, Itaipu reafirma seu papel estratégico: energia limpa, de baixo custo e sustentável — uma força motriz para o desenvolvimento conjunto do Brasil e do Paraguai.

Energia firme e segura

A transformação da matriz elétrica brasileira marcada pela expansão acelerada das fontes eólica e solar, especialmente nas regiões Nordeste e Norte, mudou o jogo: Itaipu passou de grande fornecedora de energia para pilar de estabilidade operativa do Sistema Interligado Nacional (SIN) com entrega de potência na ponta e rampa rápida, estabilizando o sistema quando o sol se põe.

Além de assegurar uma tarifa baixa e competitiva, Itaipu investe na manutenção, modernização e atualização tecnológica da usina, bem como na modernização do sistema de transmissão em corrente contínua, que transmite do Paraguai para o Brasil a energia produzida pelo setor de 50 Hz.

Somados a isso, os investimentos socioambientais que envolvem, entre outros, a proteção de bacias hidrográficas, saneamento e recuperação florestal têm sido essenciais para a segurança hídrica e para a garantia de produção de energia limpa e renovável por pelo menos mais 194 anos, tempo de vida útil estimado do reservatório.

“Nossa produção de energia começa muito antes da água passar pelas unidades geradoras. Nasce na proteção e na educação ambiental. É assim que garantimos hoje a estabilidade que o consumidor sente na conta”, diz Enio Verri. “Investir em sustentabilidade é proteger a nossa missão e manter energia firme e acessível para o Brasil e para o Paraguai”, completa o diretor-geral.

Principais indicadores:

Tarifa Itaipu (CPFL Piratininga, 2025): R$ 221,30/MWh

Cotas Lei 12.783/2013 (média): R$ 222,59/MWh

ACR médio 2025: R$ 307,29/MWh

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