
Conforme antecipado em Preto no Branco a recondução do presidente da Câmara, Tiago Almeida, deixa sequelas no relacionamento político entre vereadores. Os deputados eleitos Leonaldo Paranhos, Henrique Mecabô e Fão do Bolsonaro apoiaram Alécio Espínola e Rondinelle Batista (presidente e secretário, respectivamente) no que chegou a ser rotulada como tentativa de golpe.
Mesmo mobilizando 13 interessados na proposta, eles não superaram a resistência oferecida ao preferido do prefeito Renato Silva e deputado Gugu Bueno. Apenas a chapa oficial foi registrada, ganhando voto contrário do rebelde Serginho Ribeiro. Nela, aparece o amotinado Alécio na segunda vice-presidência.
O substituto direto nos impedimentos de Tiago será João Diego. Na função de secretário segue Edson Souza, auxiliado por Everton Guimarães. Mesmo alertado, o reeleito desconsiderou enfrentar resistência. A improvável pacificação exigirá doses generosas de humildade e diálogo.
Começou o jogo da sucessão municipal de 2028.