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Soja e carnes lideram exportações pelos portos paranaenses no 1º bimestre

Os meses de janeiro e fevereiro registraram a movimentação de 10.256.915 toneladas nos portos paranaenses. Houve alta nas movimentações de contêin...

18/03/2026 às 16h51 Atualizada em 19/03/2026 às 07h59
Por: Redação Fonte: Secom Paraná
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Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná
Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

Os meses de janeiro e fevereiro registraram a movimentação de 10.256.915 toneladas nos portos paranaenses. Houve alta nas movimentações de contêineres, com crescimento de 11% em fevereiro e de 14% no bimestre. O destaque ficou para a carne de frango. Os embarques do primeiro bimestre somaram 434.304 toneladas, enquanto que no mesmo período de 2025 o volume foi de 371.202 toneladas.

A participação do Paraná nas exportações de proteína de frango representou 52% do total nacional em fevereiro. No acumulado, o índice é de 49,9%, colocando o porto como o maior exportador de carnes do Brasil e o maior do mundo quando considerado o frango.

O embarque de carne bovina também se destacou nos primeiros dois meses do ano: passou de 89.711 toneladas em 2025 para 123.543 toneladas em 2026, com participação média de 29% em fevereiro e de 28,6% no bimestre.

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Atualmente, os portos paranaenses também são o segundo maior canal de exportação de soja do País, representando 17,5% da movimentação nacional somente no último mês e 29,4% do mercado no acumulado de 2026. O embarque de soja em grão nos dois primeiros meses do ano foi 16% maior em relação ao mesmo período de 2025, passando de 2,06 milhões de toneladas para 2,4 milhões.

Os principais destinos da soja brasileira que sai pelo Porto de Paranaguá são China (80%), Vietnã (7,5%) e Iraque (6,1%). Os dados são do Comex Stat, sistema do governo federal que disponibiliza dados e estatísticas de exportação e importação.

Outro produto que se destacou no bimestre foi o açúcar ensacado, que teve alta de 81% nos embarques, de 69.713 toneladas em 2025 para 125.875 toneladas em 2026. O índice chama atenção, já que, em 2025, as exportações estavam estagnadas em razão da baixa produção de cana-de-açúcar. No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o produto exportado (ensacado e a granel), via Porto de Paranaguá, alcançou 11% da movimentação nacional, a segunda maior participação do mercado brasileiro.

Já o envio de óleos vegetais passou de 158.387 toneladas em 2025 para 258.166 toneladas neste ano, um acréscimo de 75% em relação a fevereiro de 2025 e de 63% no bimestre.

IMPORTAÇÕES – As importações no primeiro bimestre de 2026 movimentaram 3.882.976 toneladas. O principal destaque de crescimento em volume foi o dos derivados de petróleo, que englobam gasolina, GLP, nafta, óleo combustível e óleo diesel, somando 681.050 toneladas.

O recebimento de fertilizantes apresentou queda de 21% nos dois primeiros meses do ano. A valorização do dólar, os custos operacionais e a restrição de oferta em alguns países produtores têm impactado esse cenário. Mesmo assim, o Porto de Paranaguá respondeu por 29,7% de todo o volume importado no último mês e por 25% no acumulado do ano.

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