
O município de Santa Lúcia recebeu nesta terça-feira (26) a autorização formal da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná para deflagrar o processo licitatório de sua nova Unidade Mista de Saúde. O anúncio da liberação técnica foi realizado pelo primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado estadual Gugu Bueno (PSD). O investimento global projetado para a estruturação do complexo de atendimento médico é de aproximadamente R$ 6,5 milhões, custeado por meio de repasses viabilizados pelo Governo do Estado.
O planejamento financeiro da obra destina cerca R$ 4 milhões especificamente para a execução da engenharia civil e construção da unidade. Os outros R$ 2,5 milhões serão aplicados na aquisição de mobiliários e equipamentos médicos. O deputado Gugu Bueno ressaltou que a liberação atende a uma demanda histórica da localidade e agradeceu a parceria estabelecida com o governador Carlos Massa Ratinho Junior e com o deputado federal Beto Preto, ex-secretário estadual da pasta da Saúde, que atuaram diretamente na articulação para a reserva orçamentária do projeto.
A partir do aval emitido pelo Executivo paranaense, o setor de engenharia e licitações da Prefeitura de Santa Lúcia dará início à confecção do edital público para selecionar a empresa responsável pela execução dos serviços. O prefeito Silvano Tortelli informou que o novo prédio será edificado em uma área estratégica na entrada da cidade, em local próximo ao viaduto de acesso rodoviário. A intenção é descentralizar os serviços e garantir um acesso facilitado tanto para os servidores municipais quanto para a população santaluciense.
O complexo seguirá as diretrizes do modelo assistencial implantado pelo Governo do Estado, mantendo as portas abertas para atendimento ao público durante os sete dias da semana. O espaço unificará os serviços de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) tradicional às rotinas de um pronto atendimento e pronto-socorro. Além disso, a estrutura contará com leitos de estabilização, projetados para oferecer o suporte inicial e o monitoramento clínico de pacientes em estado mais grave até que os profissionais possam providenciar a transferência segura para os hospitais de referência regional, ampliando a agilidade no atendimento.
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