
Uma criança de 1 ano e 10 meses foi socorrida na tarde desta sexta-feira (5) após sofrer um afogamento em uma piscina residencial no bairro Maria Luiza, em Cascavel, no Oeste do Paraná. O Corpo de Bombeiros, com equipes de socorristas do Siate e o médico da corporação, foi mobilizado para o atendimento após o acionamento da Polícia Militar, que chegou primeiro ao endereço da ocorrência. Inicialmente, o chamado apontava para uma possível obstrução das vias aéreas, mas os profissionais constataram o quadro de afogamento na chegada.
De acordo com o tenente Lucas Delai, do Corpo de Bombeiros, o menino caiu na piscina e foi retirado da água pela babá responsável. Ao notar que o bebê estava em parada cardiorrespiratória e submerso, os familiares acionaram o socorro. Orientada por telefone pelas equipes de emergência, a cuidadora iniciou imediatamente as manobras de primeiros socorros, realizando ventilação e compressões torácicas no local. A intervenção imediata garantiu que a vítima fosse reanimada antes mesmo do desembarque das viaturas. "Ela agiu de forma rápida, retirou a criança da piscina e executou corretamente as manobras de reanimação. Quando nossas equipes chegaram ao local, a criança já havia voltado a respirar", detalhou o tenente.
A Polícia Militar também ressaltou a importância das orientações em tempo real via telefone para que os procedimentos fossem executados sem atraso. Antes da chegada dos policiais e dos socorristas, o menino expeliu a água ingerida, voltou a respirar de forma autônoma e começou a chorar, reagindo aos estímulos físicos e apresentando sinais vitais restabelecidos na avaliação inicial na residência.
O caso foi classificado pelo Corpo de Bombeiros como afogamento de grau 3, considerado de nível moderado. Após receber o atendimento inicial e ser devidamente estabilizada pelas equipes do Siate e pelo médico da corporação, a criança foi encaminhada com urgência ao Hospital São Lucas. O bebê permanecerá internado em observação na unidade hospitalar devido ao período em que ficou submerso. Os socorristas informaram que, até o momento, não há indícios de sequelas, mas o monitoramento médico continuará para a avaliação contínua do quadro clínico.
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