
Tanto quanto seus colegas do Oeste e Sudoeste, o prefeito Renato Silva espera estiada no aguaceiro dos últimos dias sabendo que os prejuízos materiais e políticos são incalculáveis. O caos no cronograma de empreendimentos públicos forçou o secretário de Obras, Severino Folador, a rever prazos e prioridades.
As equipes na SESOP e pasta da Agricultura paralisaram cem por cento, o mesmo acontecendo nos canteiros das empresas privadas que atendem a prefeitura na cidade e no interior. Elas sinalizam dificuldades em manter as ociosas estruturas operacionais. Despreparada e com medo, pouco sensível ao sufoco dos gestores, a população quer respostas rápidas cobrando resultados quase miraculosos. Desafio e tanto.