
Um homem de 33 anos morreu na tarde de domingo (15), após entrar em confronto com equipes da Polícia Militar do Paraná na zona rural de São Manoel do Paraná, no noroeste do estado. Ele era apontado como autor do ataque a faca contra a ex-companheira, que está grávida, e do sequestro de uma menina de 8 anos.
De acordo com informações repassadas oficialmente pela PM à imprensa regional, o crime começou na quinta-feira (12), quando o suspeito invadiu a residência da ex-companheira e desferiu golpes de faca contra a mulher, de 32 anos, que está no sétimo mês de gestação. A vítima foi socorrida e encaminhada para atendimento hospitalar em Cianorte, onde passou por cirurgia. Conforme boletim médico divulgado aos veículos locais, o bebê não corre risco imediato.
Após o ataque, o homem fugiu levando uma menina de 8 anos, filha da atual companheira dele. A partir desse momento, forças de segurança iniciaram uma operação conjunta envolvendo a Polícia Militar do Paraná e a Polícia Civil do Paraná, com buscas concentradas em áreas rurais, estradas vicinais e regiões de mata. O veículo utilizado na fuga foi encontrado abandonado no dia seguinte, o que reforçou o cerco policial.
Segundo a versão oficial divulgada pela PM, o suspeito foi localizado na tarde de domingo em meio à vegetação. Durante a tentativa de abordagem, ele teria reagido e avançado contra um policial com uma faca, atingindo o colete balístico do agente. Diante da agressão, outros policiais efetuaram disparos para conter o ataque. O homem foi atingido e morreu no local. Nenhum policial ficou ferido.
A Polícia Civil informou que segue investigando o caso, tanto em relação à tentativa de feminicídio quanto ao sequestro da criança. Até a última atualização divulgada oficialmente, a menina ainda não havia sido localizada, e as buscas permaneciam em andamento com apoio de equipes especializadas.
O caso gerou forte repercussão na região e mobilizou diversas equipes de segurança pública. As autoridades reforçam que qualquer informação que possa contribuir para a localização da criança deve ser repassada imediatamente pelos canais oficiais de denúncia.
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