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Biometria facial opera 100% dos cursos do Sistema FAEP

Tecnologia contribui para a agilidade no processo de cadastro e emissão de certificados, além de gerar economia de R$ 1 milhão por ano

14/04/2026 às 11h41
Por: Celso Romankiv Fonte: Assessoria
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 O Sistema FAEP é pioneiro na implantação da biometria facial Foto: Divulgação/Assessoria
O Sistema FAEP é pioneiro na implantação da biometria facial Foto: Divulgação/Assessoria

Desde o início de 2026, todos os cursos do Sistema FAEP estão sendo realizados com biometria facial. A tecnologia registra presença e frequência dos participantes e integra as informações ao processo de emissão de certificados. A solução substitui procedimentos que antes dependiam de fichas em papel, assinaturas presenciais e conferência manual. O Sistema FAEP é pioneiro na implantação da biometria facial entre as federações da agricultura no país e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

A ferramenta combina leitura facial com funcionamento offline, permitindo que instrutores do Sistema FAEP registrem a participação dos alunos mesmo em locais sem internet, realidade comum em muitas localidades do Paraná. O aplicativo permite realizar o cadastro dos participantes dos treinamentos, capturar a biometria facial e registrar a frequência. Para cursos com visitas em propriedades, o sistema registra geolocalização, check-in e check-out, fotos e frequência dos participantes. Tudo isso utilizando inteligência artificial para capturar e comparar dados biométricos em tempo real.

“Implantar a biometria facial foi uma decisão estratégica do Sistema FAEP, que permite aumentar a eficácia nos nossos treinamentos, além da economia financeira”, destaca Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema FAEP. “Muitos cursos acontecem em regiões rurais onde pode não haver internet, mas a solução permite registrar presença e frequência mesmo nesses locais”, complementa.

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Além da agilidade e eficiência, o aplicativo gerou economia significativa, eliminando o uso de papel, despacho e correios. A estimativa é economizar R$ 1 milhão por ano.O projeto de biometria facial começou com o mapeamento do processo de gestão dos cursos. A análise identificou pontos que atrasavam o fluxo de cadastro, registro de presença e emissão de certificados. O aplicativo possui certificação ISO/IEC 27001, norma internacional voltada à gestão da segurança da informação, e segue a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

“Antes, as fichas de inscrição em papel precisavam ser assinadas presencialmente e enviadas por correio. Se alguma assinatura estivesse incorreta ou faltando, a ficha retornava para correção, atrasando a emissão dos certificados”, explica Ieda Donada, gerente de TI do Sistema FAEP. Antes, a emissão de certificados levava em média 20 dias, envolvendo coleta, envio pelos correios, conferência manual e digitalização.Agora, a média é de apenas cinco dias.

“A tecnologia permitiu reduzir custos operacionais e evitar pendências relacionadas a assinaturas e registros de frequência”, complementa Helen Raksa, coordenadora do Departamento de Organização e Gestão da Execução d

o Sistema FAEP.Os próximos passos incluem ampliar a funcionalidade do aplicativo, permitindo que instrutores registrem o desempenho dos participantes em indicadores específicos, integrando avaliação e frequência em uma única plataforma.

Processo ágil no campo

A adoção do sistema de biometria facial transformou a rotina nos cursos do Sistema FAEP. Desde a implantação do sistema, mobilizadores nos sindicatos, instrutores e alunos convivem com uma rotina menos burocrática e mais ágil.

“O processo realmente ficou mais rápido. Isso impactou diretamente na organização das turmas. Se o aluno não conseguir fazer a inscrição online, ele pode ir ao sindicato para receber orientação” afirma a mobilizadora e gestora do sindicato em Alvorada do Sul, Adriani Voltarelli.

Além da agilidade no cadastro dos participantes e no registro de presença, Adriani ressalta o menor período para emissão dos certificados. “Agora, em cinco dias já estão disponíveis para os participantes. Isso é importante porque muitos precisam enviar o documento rapidamente para cooperativas ou empresas”, diz.
Dentro da sala de aula, a realidade também é outra, confirma o instrutor do curso de Operação de Drones, Rafael Andrzejewski.

“Perdia horas conferindo papel. E, muitas vezes, quando chegava no Centro de Distribuição, havia alguma pendência que tinha que ser regularizada. Isso sem mencionar o custo de envio”, explica. “Já realizei 16 cursos com biometria, todos com sucesso e sem fichas de inscrição”, destaca.

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