
O município de Nova Santa Rosa registrou um novo recorde econômico ao atingir a marca de R$ 1.095.530.660,48 no Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP). Os dados constam no relatório preliminar do levantamento da atividade rural paranaense, elaborado e divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).
O montante financeiro representa um incremento nominal de R$ 37.295.471,76 em comparação ao período anterior. No balanço consolidado, o faturamento do setor agropecuário municipal saltou de R$ 1.058.235.188,72 para o patamar bilionário atual, o que configura um crescimento de 3,52% na economia do campo.
O desempenho das propriedades rurais de Nova Santa Rosa é impulsionado de forma majoritária pelo segmento da pecuária. O principal motor financeiro da região é a criação de suínos para corte, responsável por gerar um faturamento de R$ 427,48 milhões, seguida diretamente pela produção de frango de corte, que movimentou R$ 180,69 milhões no último ciclo comercial.
A piscicultura local também apresenta relevância expressiva com a produção de tilápia, somando R$ 95,12 milhões nas contas do setor. Na agricultura, o destaque ficou por conta da primeira safra de soja, com receita de R$ 86,96 milhões, e do milho de segunda safra, que atingiu a cifra de R$ 66,29 milhões no município.
O prefeito Lari Hitz avaliou positivamente os indicadores econômicos divulgados pelo Estado e apontou que os resultados são frutos diretos da cooperação entre os trabalhadores rurais e a gestão pública. "A administração municipal tem procurado ser parceira do homem do campo, oferecendo incentivos, investindo na melhoria das estradas rurais, no apoio à produção, na aquisição de equipamentos e em ações que garantam melhores condições para quem produz", afirmou o chefe do executivo.
O indicador do VBP mensura anualmente a evolução do faturamento bruto obtido dentro dos limites das fazendas e granjas, cruzando o volume total das colheitas e abates com os preços praticados no mercado de grãos e carnes. Os novos índices consolidam o potencial da economia diversificada do Oeste paranaense no cenário estadual.
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