
A tomada do Partido Liberal não objetiva forçar apoios ao pré-candidato Sergio Moro, enfraquecendo a base do governador Ratinho Massa. De acordo com analistas que acompanham o burburinho político em Curitiba, o espólio maior é tempo de rádio e televisão, além de milhões do Fundo Eleitoral.
O articulado presidente da poderosa FIEP, Edson Vasconcelos, virtual vice de Moro, se empenha em manter deputados, vereadores e gestores municipais no PL, tarefa espinhosa. O prefeito de Cascavel, Renato Silva, deixou a sigla e ainda não definiu o futuro partidário.
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