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EUA realizam ataque em grande escala e depõem Maduro na Venezuela

Operação dos EUA atingiu Caracas na madrugada deste sábado (03); Trump confirma captura de Nicolás Maduro e sua esposa após bombardeios

03/01/2026 às 06h51 Atualizada em 03/01/2026 às 07h07
Por: Jadir Zimmermann Fonte: O Globo e Estadão
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Incêndio em Fuerte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, após uma série de explosões em Caracas em 3 de janeiro de 2026.
Incêndio em Fuerte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, após uma série de explosões em Caracas em 3 de janeiro de 2026.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (03) que forças americanas capturaram o ditador venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa durante uma ofensiva militar. A operação, descrita como um "ataque de grande escala", envolveu bombardeios na capital, Caracas, e em outras regiões do país sul-americano. Trump utilizou sua rede social, a Truth Social, para anunciar o sucesso da missão.

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"Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea", declarou o presidente norte-americano.

Ele informou ainda que a ação foi conjunta com forças de aplicação da lei dos EUA, mas não detalhou o destino atual de Maduro. Mais informações serão apresentadas em uma coletiva de imprensa marcada para as 13h (horário de Brasília), em Mar-a-Lago, na Flórida.

Madrugada de explosões

A capital venezuelana foi atingida por múltiplas explosões a partir das 2h locais (6h de Brasília). O Fuerte Tiuna, maior complexo militar da Venezuela e sede do Ministério da Defesa, foi visto em chamas. Testemunhas relataram a presença de aeronaves e colunas de fumaça preta em diversos pontos da cidade, além de quedas de energia na região sul.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram helicópteros das Forças de Operações Especiais dos EUA — identificados extraoficialmente como modelos CH-47G Chinook — sobrevoando a cidade. Antes das explosões, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA já havia interditado o espaço aéreo sobre a Venezuela devido à "atividade militar em andamento".

Aviões militares e explosões foram vistos e ouvidos em Caracas na madrugada deste sábado, 3. 

Estado de emergência

Antes da confirmação da captura, a ditadura venezuelana havia declarado estado de emergência em resposta à "ofensiva imperialista". Segundo comunicado do regime, os ataques não se restringiram a Caracas, atingindo também os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

A operação ocorre após semanas de tensão, com o envio de uma flotilha militar americana ao Caribe e alertas anteriores de Trump sobre possíveis ataques terrestres. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, reagiu ao bombardeio solicitando uma reunião imediata da ONU e da Organização dos Estados Americanos (OEA).

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VALMORHá 1 mês Marechal Cândido RondonTodos sabemos que o interesse é no petróleo. Mas enfim, capturou um ditador que faz o povo venezuelano sofrer.
Jairo Schroeder Há 1 mês Toledo PR Não foi deposição, foi sequestro. Motivo: as maiores reservas de petróleo do planeta...
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